How to steal an election
Hoje, passando pelo site da Time, o destaque vai para o mesmo tema.
De facto, não há nada como o velho papel e caneta e as discussões filosóficas sobre a nulidade de um voto em que o traço da cruz passou um milímetro para fora do quadrado.
O problema da utilização de meios electrónicos no momento da votação resume-se ao acrescentar de novos elementos de fragilidade ao processo de votação.
Se em Portugal apenas a CNE e os membros da mesa de voto têm de fazer o seu papel bem feito para evitar uma fraude, já nos Estados Unidos além destes elementos também o fabricante da máquina, o fornecedor do software da máquina e os técnicos que as manipulam passam a integrar o ciclo de votação.
Quantos mais elementos envolvidos no processo, maior o risco de fraude. Acresce a agravante de electronicamente ser possível adulterar um número de votos muito superior (sem qualquer rasto...) em relação ao modelo de baixa tecnologia vigente em Portugal.
Será de desconfiar quando aparecerem umas aventesmas a vender o sonho das maravilhas da tecnologia para controlar o entedioso processo de votar e contagem dos respectivos boletins.

Concordo.
Abaixo as tecnologias! Já agora, tb sou contra a venda de bilhetes de metro em máquinas. É que perde-se a personalização da coisa.
É isso e os i-pods. Eu p'ra mim continuava a ouvir-se música atrabés dos pilhinhas que só dão rádio - e nacional!
Agora estes cámones saem-se com cada uma!!
Buda
5:11 p.m.