Espaço de crítica tendencialmente destrutiva

terça-feira, fevereiro 27, 2007

Da saída do Director-Geral dos Impostos

Nos dois últimos anos, o posto de Director-Geral dos Impostos foi ocupado por Paulo Macedo, quadro de topo do BCP.

Neste período a receita fiscal subiu, não apenas por se cobrarem novos impostos (ou aumentarem as taxas), mas também devido ao aumento da eficiência fiscal ao qual não será alheia a nova dinâmica vinda do Director-Geral.

Mas o tipo ganhava demais. O preço a que foi vendida a eficiência extra é de 18.000 euros/mês. Por cerca de 250 mil euros/ano, deixamos de ter um Director-Geral reconhecido como capaz.

Raios! Até os sindicatos apoiavam o homem. Pelos vistos, tinha alguma competência para desempenhar o lugar, caso raro nos lugares da administração portuguesa dependentes de "confiança política".

Porquê? Porque ganhava mais do que o Primeiro-Ministro e o Governo decidiu legislar no sentido de limitar os vencimentos dos funcionários públicos. Um crime lesa pátria ser competente e bem pago por isso!

Afinal de contas as administrações das empresas públicas ganham também bastante mais que o PM, mas não consta que sejam afectadas pela nova lei. Os "magníficos gestores" de Refer, CP ou RAVE podem dormir descansados.

Competentes ou incompetentes, não lhes tocará sorte idêntica.

2 badaradas:

Anonymous Anónimo said...

Correram com ele não fosse esta merda encarrilar de vez! Livra!!!

12:17 a.m.

 
Anonymous Anónimo said...

houvesse um pau que lhes entrasse pela bunda a estes chupistas!

5:33 p.m.

 

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