Da saída do Director-Geral dos Impostos
Nos dois últimos anos, o posto de Director-Geral dos Impostos foi ocupado por Paulo Macedo, quadro de topo do BCP.
Neste período a receita fiscal subiu, não apenas por se cobrarem novos impostos (ou aumentarem as taxas), mas também devido ao aumento da eficiência fiscal ao qual não será alheia a nova dinâmica vinda do Director-Geral.
Mas o tipo ganhava demais. O preço a que foi vendida a eficiência extra é de 18.000 euros/mês. Por cerca de 250 mil euros/ano, deixamos de ter um Director-Geral reconhecido como capaz.
Raios! Até os sindicatos apoiavam o homem. Pelos vistos, tinha alguma competência para desempenhar o lugar, caso raro nos lugares da administração portuguesa dependentes de "confiança política".
Porquê? Porque ganhava mais do que o Primeiro-Ministro e o Governo decidiu legislar no sentido de limitar os vencimentos dos funcionários públicos. Um crime lesa pátria ser competente e bem pago por isso!
Afinal de contas as administrações das empresas públicas ganham também bastante mais que o PM, mas não consta que sejam afectadas pela nova lei. Os "magníficos gestores" de Refer, CP ou RAVE podem dormir descansados.
Competentes ou incompetentes, não lhes tocará sorte idêntica.

Correram com ele não fosse esta merda encarrilar de vez! Livra!!!
12:17 a.m.
houvesse um pau que lhes entrasse pela bunda a estes chupistas!
5:33 p.m.