Portugal e o Português
1. Quanto ao pedido do Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, relativamente à isenção de impostos do prémio do Mundial tenho a reafirmar dois pontos (à praça do Bulhão):
(i) "Quando é pós políticos irem lá utilizarem o futebol para ficarem conhecidos vale tudo, e agora que eles querem uma borla devem ser imagem de perfeição!!"
(ii) Acho vergonhoso a justificação do M. Teixeira dos Santos: Se existe crise, essa toca a todos. Pois é Sr. Ministro, toca a todos que pagam impostos, não áqueles que através das mais diversas formas compram Ferrares (à la Paços de Ferreira), mas empresas tão sempre no vermelho.
Se achamos que representaram dignamente o país, e se o escopo da lei é atribuir um "prémio" devido a proceder à alta representação desportiva do Estado Português, então não vejo outro momento onde esta possibilidade legislativa possa ser aplicada.
Se assim não é, pergunto: Para que serve a disposição da lei?
2. Parece que as notas do exame de Português no 9º ano denotaram um problemazito: Aumento em dobro do número de chumbos... Parece que não é relevante: O que interessa para o plano tecnológico é o ensino da matemática.
Qualquer dia falamos em código binário...
P.S. Em vez das criancinhas teram salas de estudo para fazerem os trabalhos de casa (quando os há), deviam eram ser obrigadas a ler. Ler os clássicos portugueses. Devorar Eça e Camilo. Ler essas "ideias de esquerda" literária, como Ary, Alegre, Saramago ou coisas que tais é desviar o ensino para o súperfulo e esquecer o essencial.
Essencial digo-o em 10 nomes: Vicente, Camões, Herculano, Quental, Eça, Pessoa, Andrade, Torga, Breyner, Lobo Antunes.
