Quo PRACIS?
Escreve Miguel Frasquilho no JE de ontem:
«Assim, o problema de fundo da despesa pública portuguesa, que se situa na despesa pública corrente e, em particular, nas despesas com o pessoal (onde reside o famoso “monstro” e que, no sector Estado, ficaram mais de €340 milhões acima do inicialmente orçamentado), não foi atacado – o que é a confissão de que o PRACE está, infelizmente, muito longe de atingir os objectivos inicialmente traçados. E o défice de cerca de 2,5% do PIB, a reportar a Bruxelas, mais não será do que uma vitória de Pirro.»
E escreve muito bem, o PRACE esse desígnio nacional anda nas gavetas! Como sempre e como expectável
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