Espaço de crítica tendencialmente destrutiva

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Infâmia!

Umas breves linhas em atraso sobre o centenário do acto torpe vil e cruel que foi o regicídio de D. Carlos I, Rei de Portugal em 1908. Os funestos republicaninhos dos dias de hoje puseram em cena, nomeadamente na AR mais uma triste encenação política na qual o PS mostrou o seu carácter jacobino e atavicamente pequeno.

Em bom rigor e infelizmente a questão de regime não se põe em Portugal. A república reina incontestada quase sobre o plano político nacional. É pacífico. No entanto Portugal é mais que República e mais que Monarquia, razão pela qual se homenageiam reis, presidentes e outras figuras de destaque de igual medida.

Infelizmente a pequenez de meia dúzia mais uma vez triunfou sobre qualquer esclarecimento, legitimando não só a violência como forma de consolidação e prossecução de fins políticos mas mais ainda deixando bem patente um complexo triste e surumbático sobre a selectividade de critérios.

Fica a questão: era ou não o Rei D. Carlos em 1 de Fevereiro de 1908 o legítimo Chefe de Estado Português?

A questão é portanto de princípio e de Estado. Postura que o Presidente da República soube evidenciar, cum granu salis, antítese com outros mais iluminados socialistas e biltres afins que ilustram que infelizmente sofrem de paralisia cerebral uma vez que somente um lado do seu hemisfério é que orienta a sua visão.

A bala tocou ao Rei e ao Principe, homenageie-se o Buiça e a outra canalhada criminosa. A bala toca a Humberto Delgado, homenagem a Rosa Casaco ou outro qualquer pretenso autor da proeza?

Não creio e não o farei! E o bom leitor!

O Rei morreu!Viva o Rei!

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